
Se servimos a Deus é natural esperar que nossos filhos também. O desejo do nosso coração é que toda a nossa família se curve diante de Deus, em reverência e rendição.
Também é natural que quando cremos e aceitamos nosso chamado, vamos crescendo em fé, nos tornando cada vez mais imitadores de Cristo e, portanto, parecidos com Ele. O objetivo tem que ser nos tornarmos separados do pecado, da iniquidade, da imundície do mundo no qual vivemos, mas não pertencemos.
E ai que entra a pergunta: devemos nos preocupar com o que nossos filhos vestem?
Cada família tem filhos em idades diferentes. Muitas vezes deixamos eles se vestirem de forma despreocupada.
Jovens com partes do corpo a mostra, roupas sensuais, apologia a bandas de rock, artistas famosos. Porém, mundanos, seculares, com costumes mais do que mundanos, pecadores.
Não que não sejamos, pois todos somos. Mas não devemos permitir, tolerar, aceitar que o pecador e o pecado sejam exaltados aos nossos olhos
Se o meu filho é de família cristã, eu devo me preocupar que ele represente isso, que ele seja separado do mundo. Não separado no sentido de não conviver, relacionar. Estou falando no sentido de ser diferente, agir diferente, agir como Cristo quer que ele aja. Ser luz na escuridão, não se juntar à escuridão.
Muitas vezes as roupas que nossos filhos vestem representam a igreja imitando a moda, quando deveria ser o contrário, a igreja influenciando a moda.
Então, sim, devemos nos preocupar com o tipo de roupa que nossos filhos vestem.
Ensinar os filhos no caminho é nosso dever, e mostrar para eles a inadequação de certos estilos faz parte desse ensino.
Não é exagero, não é fanatismo. É cuidado, é amor, é retidão de caráter.
Lembrem-se, tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém.
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